chamado Marley. hehehe, tá vai, maldito copyright.
Enfim, desde que me mudei pro Flamengo me deparei com uma grande diferença daqui pro suburbio, onde morei a vida toda. A fauna canina da área.
Não que tenha mais ou menos cães, acho até que seja a mesma quantidade, mas no Flamengo eles são menos…livres. O que não é uma grande vantagem pro suburbio, porque grandes poderes liberdade traz responsabilidade, e cães trepando no seu portão, sodomizando irmã, mãe e avó em plena rua no maior bacanal, e rasgando seu lixo no meio da rua nã0 é bem um exemplo de maturidade canina.
Mas aqui é lotado de cães, de todas as raças, uma mistureba terrível de pelos e cores, todos cheirosinhos, adestradinhos e castradinhos, difícil encontrar um cachorro com o saco no lugar por aqui, cachorro playboy da zona sul late fino, fato.
Por esse motivo, não a falta de macheza e eunucocidade dos cães, mas a quantidade de bichos na rua me fez ficar carente. Em Marechal minha casa sempre teve cães, desde que me conheço por gente. Nosso primeiro animalzinho foi a Punk, uma vira-lata esperta, malandra, vingativa, peçonhenta, filha da put…enfim, um amor de cachorra.
Teve uma vida bem fértil, literalmente, depois de 234 filhotes e a quase amputação do beiço da minha irmã, ela faleceu. ;(
Depois veio o Millar, pastor alemão, a Priscila, pastor albino, Paty, poodle, Zulu, poodle e a Mel, que é…hmmm, sei lá que bicho é aquele, vai ver nem cachorro é, mas é linda.
Então óbvio que todo dia cruzar com cães na rua (não, não comi cachorro nenhum) me fez querer um também. Como a gente mora em apartamento, minha namorada e eu, tentamos pegar um bicho menor, pra ver se satisfazia minha carência. Pegamos uma coelha.
Meu, aonde que coelho substitui cachorro? Coelho não faz festa quando você chega em casa, não busca as coisas, não fica feliz quando te vê. Coelho é muito bom em roer todos os fios da sua casa pra você remendar com fita isolante e perder 3 ou 4 eletrodomésticos, fazer um xixi no chão com tanta amônia que Veja nenhum no mundo limpa, só trocando o piso e estuprar sua mão, dando mordidinhas com requinte de crueldade quando tá no cio. Claro que não adiantou porcaria nenhuma.
Dia após dia, derramando uma tímida lágrima toda vez em que um cachorrinho passava por mim, e dividindo minha dor e angústia (/emo) com minha namorada, que a essa altura já estava de saco cheio (ela gostou da coelha, mas ela também gosta de jiló, então…), fui tentando convence-la de que era possível criar um cachorro dentro da nossa caixa de sapato do nosso conjugadão. Eu não sei where that fuck onde estava minha cabeça quando pensei nisso, mas enfim, quando se está emo não se raciocina, se emo pensasse direito não tava beijando em boca de homem e ouvindo NxZero.
Tudo que a gente precisava era de um cãozinho pequeno, de pelo curto, que não fizesse muito barulho e nem fosse muito estabanado pra andar dentro de casa…

jimmy e lola
8 outubro, 2009 no 10:58 pm
Amor, não seja emo! Sem noção!
E o que é que tem gostar da coelha e de jilo, hein? É bom, ué… :/
Te amo, miguxinho! hauhaua
;***~ ♥
8 outubro, 2009 no 11:00 pm
Ps: Deixa minha mãe ler esse post… (também serve pra minha irmã, primas, primos, enfim)
DOIDO!
♥
13 outubro, 2009 no 11:14 pm
“Tudo que a gente precisava era de um cãozinho pequeno, de pelo curto, que não fizesse muito barulho e nem fosse muito estabanado pra andar dentro de casa…”
…aí, veio o bocó do jimmy! há!